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TREM TURÍSTICO OPERA DESDE MARÇO /SP  13.02.2009
 

Trem turístico da CPTM vai circular

 

04/12/2008

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O trem turístico da CPTM vai circular entre Santo André e Jundiaí. A loco é uma Alco RS3. Foto de Denis Castro

O trem turístico da Companhia Paulista de Transportes Metropolitanos (CPTM) vai circular amanhã (05) entre Santo André e Jundiaí. A viagem está marcada para as 8h30m e contará com a presença do prefeito de Jundiaí, Ary Fossen, além da diretoria da CPTM e convidados.

Quando pronto, o trem operará entre a Estação da Luz, na capital paulista, a Vila de Paranapiacaba e Jundiaí, dentro do programa Expresso Lazer da CPTM. A viagem de amanhã não inclui Paranapiacaba, pois ainda não foi feito o acordo com a MRS, que possui a concessão do trecho entre Paranapiacaba e Rio Grande da Serra em operações de carga, para usar a linha para Paranapiacaba. No entanto, segundo a CPTM, o acordo sairá na semana que vem contra o compromisso da CPTM de remodelar uma linha não operacional de acesso ao pátio de Paranapiacaba.

A previsão é de que futuramente, no caminho para Jundiaí, haja uma parada no bairro de Perus, onde os turistas conhecerão a EFPP - Estrada de Ferro Perus- Pirapora e, em Jundiaí, o Circuito da Frutas e o museu da Companhia Paulista.

O trem turístico tem capacidade para 170 passageiros e a tarifa será definida entre R$ 25 e R$ 30, incluindo guia turístico. As viagens acontecerão aos sábados e domingos, e o percurso será feito para uma cidade a cada dia.

 FONTE: Revista Ferroviária

 

 

BARRA FUNDA   

 

 

 

VENHA CONFERIR AS ATRAÇÕES DO  TRADICIONAL BAIRRO DE ITALIANOS E FERROVIÁRIOS .

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Casa Mário de Andrade :   

 

 

A casa , construída por Oscar Americano  em 1920,   foi  tombada na década de 80 e hoje funciona como Centro Cultural , com oficinas de literatura e música , e palco para peças de teatro . A entrada é gratuíta .

Rua Lopes Chaves , n.546

 

 

Memorial da América Latina  : 

De volta á estação Barra Funda , está o Memorial da América Latina . A biblioteca tem um ótimo acervo e você pode escolher um livro ,  se sentar e ler tranqüilamente .

Funciona de segunda á sexta das 9 ás 18 horas  e sábados , das 9 ás 15 horas . A entrada e gratuita . Informações pelo telefone : ( 11) 3823.46.00

Fonte : JT 15/08/2003

 

 

SALA SÃO PAULO

 

BILHETERIA SALA SÃO PAULO
Praça Júlio Prestes, s/nº.
Segunda a sexta: das 10h00 às 18h00, ou até o início do concerto.
Sábado: das 10h00 às 16h30, ou até o início do concerto.
Domingo: quando houver apresentação, desde duas horas antes do concerto.
(11) 3337-5414

INGRESSOS PARA A OSESP
Os ingressos para os concertos da Osesp começam a ser vendidos 60 dias antes de cada apresentação (válido a partir de 05 de março de 2003).
A compra pode ser feita diretamente na Bilheteria da Sala São Paulo, ou então por telefone (0xx11-6846-6000), pela internet, www.ticketmaster.com.br ou nos postos de venda da Ticketmaster. A Osesp, a Sala São Paulo e a Ticketmaster não se responsabilizam por ingressos adquiridos de outra forma.

Pagamento
Na Bilheteria da Sala São Paulo, o pagamento pode ser feito em dinheiro, cheque, cartão de crédito ou cheque eletrônico. Nos pontos de venda da Ticketmaster, são aceitos dinheiro, cartão de crédito e cheque eletrônico. A compra via internet ou telefone só pode ser realizada através de cartão de crédito.

Descontos
Estudantes, aposentados e pessoas acima dos 60 anos, devidamente identificados, têm desconto de 50% nos ingressos adquiridos na Bilheteria da Sala São Paulo.

Doação de Ingressos
Com o aumento do número de assinaturas, os ingressos para as apresentações da Osesp têm se esgotado com freqüência, sem que a sala de concertos esteja, necessariamente, com lotação completa. Por esta razão, pede-se gentilmente aos assinantes que, se assim desejarem, doem seus ingressos ao Serviço de Assinaturas, sempre que souberem com antecedência da impossibilidade de comparecer ao concerto.

OBSERVAÇÕES IMPORTANTES

Idade Mínima

As crianças são sempre bem-vindas aos concertos e trazê-las aos concertos é a melhor forma de aproximá-las a um repertório pouco tocado nas rádios e raramente explorado pelas escolas. A partir dos oito anos, já em idade escolar, elas apresentam uma capacidade de concentração mais desenvolvida. Aconselha-se a escolha de repertórios específicos e peças que não ultrapassem os 40 minutos de duração.

Restrições
Não é permitido comer, beber ou fumar no interior da sala de concerto.
Recomenda-se que sejam utilizados trajes adequados no interior da Sala São Paulo.


Conheça nosso plano de assinaturas.

Aparelhos Eletrônicos
Telefones celulares, pagers, relógios digitais e demais aparelhos sonoros deverão permanecer desligados durante os espetáculos. Também não serão permitidas gravações ou registros fotográficos sem prévia autorização da direção da Sala São Paulo.

Atrasos
A entrada do público atrasado será permitida somente entre as obras ou durante o intervalo.

COMO CHEGAR

Metrô
Estação Luz

Trem
Estação Luz ou Júlio Pestes

Carro
Siga as placas indicativas da Sala São Paulo.
Na pista da esquerda da Avenida Duque de Caxias, pare para desembarque na Praça Júlio Prestes ou, logo após a torre da Sala São Paulo, entre no estacionamento (Rua Mauá, 51).

O estacionamento, administrado pela empresa Estapar, custa R$ 5,00 e tem vagas para 600 veículos, incluindo 18 lugares para deficientes. Em dias de concerto, opera com duas horas de antecedência ao início do espetáculo.

 

 

 

TREM MARIA FUMAÇA

 

 

De tudo o que foi a Companhia Mogiana, restam apenas 24 km destinados ao transporte de passageiros. Entre Campinas e Jaguariúna circula o único trem de passageiros em operação, o trem turístico puxado pela velha Maria-Fumaça, tudo mantido pela Associação Brasileira de Preservação Ferroviária (ABPF), que em setembro comemorou 30 anos de fundação.

Como se fosse um presente de aniversário, a ABPF vê nascer um novo sonho: fazer a Maria-Fumaça ligar a Praça Arautos da Paz, no Taquaral, em Campinas, à velha estação de Jaguariúna. O projeto tem o objetivo de incrementar  o  turismo  regional e está sendo discutido pela  prefeita  de  Campinas,  Izalene  Tiene,  e  pelo prefeito de Jaguariúna,  Tarcísio  Cleto  Chiavegatto. A extensão da linha até a antiga estação de Jaguariúna, aliás, é um compromisso assumido pelo prefeito Tarciso Chiavegatto com os ferroviá-rios, durante a campanha eleitoral. Os dois prefeitos esperam conseguir o apoio da iniciativa privada para custear o projeto.

Para a concretização desse sonho, será preciso construir 1 km de linha em Jaguariúna, além de uma ponte para o trem atravessar o Rio Jaguari, porque a antiga ponte foi demolida em 1985. Hoje a Maria-Fumaça para na pequena Estação Jaguary, às margens do rio, e volta em marcha-ré para Campinas.

 Do lado de Campinas, será necessário construir mais três quilômetros de linha, da Estação Anhumas, próxima à rodovia D. Pedro, até a Praça Arautos da Paz. O leito da ferrovia está desimpedido até a avenida Nossa Senhora de Fátima, na região do Taquaral, mas o resto precisará ser construído.

Os  investimentos  são calculados  em  R$  100  mil por quilômetro de linha, além  de  R$  50  mil  para a manutenção de  cada quilômetro. Mas  isso  não desanima os  entusiastas da ABPF, eufóricos  com  o  projeto, que deixa felizes também todos os demais ferroviários com a possibilidade de ver o trem circulando novamente dentro de Campinas, de tanta tradição ferroviária.

 

A HISTÓRIA


A ABPF nasceu do amor do francês Patrick Henri Ferdinand Dollinger pelas locomotivas a vapor e pelas ferrovias. Ele imigrou para o Brasil em 1966 e, preocupado com o abandono das ferrovias brasileiras, decidiu criar uma entidade de preservação, inspirado no que já existia nos Estados Unidos e Europa.

Em fevereiro de 1977, publicou um anúncio no jornal O Estado de S. Paulo procurando outros aficionados como ele. Apenas duas pessoas responderam: Sérgio José Romano e Juarez Spaletta. Mas a semente estava lançada e, em 14 de setembro daquele ano, foi realizada a assembléia de fundação da ABPF, com a presença de 14 pessoas.

O primeiro passo foi lançar  uma campanha nacional para impedir o sucateamento das ferrovias a vapor. Deu certo. Sensibilizada com a idéia, a Rede Ferroviária Federal doou 13 locomotivas desativadas. Depois, a luta foi conseguir um ramal desativado  para  depositar  o  material. A opção encontrada foi o tronco da extinta Mogiana, ligando a Estação Anhumas a Jaguariúna. Dois anos depois, a Fepasa cedeu em comodato à ABPF o trecho de 24 km do tronco, transformado em um enorme museu, a Viação Férrea Campinas-Jaguariúna.

A ABPF tem hoje 17 marias-fumaças, o  maior acervo da América Latina, além de dezenas de  carros e vagões. Tudo o que é doado é cuidadosamente restaurado e recuperado. Com sede em Campinas, a ABPF tem uma diretoria nacional e divisões regionais espalhadas pelo País.

 
Correio Eletrônico - Edição de Outubro de 2002 - Sindicato da Mogiana

 

 

 

 

 

 

 

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