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TRT determina
6% de reajuste no julgamento do dissídio ALL/Ferroban 2009 |
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Foi deferido pelo TRT (Tribunal Regional do
Trabalho) reajuste salarial de 6% a partir do dia 1º de janeiro
de 2009 (sobre o salário de 31 de dezembro de 2008). Significa
que os engenheiros da ativa e os aposentados que recebem
complementação têm direito a esse reajuste, inclusive sobre as
diferenças retroativas a esse período.
O acórdão do Tribunal foi publicado no Diário
Oficial do Estado no dia 10 de janeiro de 2012. Nesta data, o
SEESP encaminhou à Sefaz (Secretaria da Fazenda do Estado de São
Paulo) o acórdão relativo ao julgamento do dissídio da ALL/Ferroban
2009. Além disso, ao salientar através de ofício que “há
aposentados e pensionistas da extinta Fepasa que recebem suas
complementações por esta pasta”, a entidade pediu “providências
no sentido de não só aplicar o índice arbitrado sobre os
proventos desses beneficiários, bem como sobre as diferenças não
pagas”.
Aposentadoria será corrigida em 6,08%
Os valores intermediários entre o teto e o piso
pagos pelo INSS estão automaticamente corrigidos pelo INPC de
2011.
Todos os beneficiários serão reajustados em
6,08%, a partir do dia 1º de janeiro de 2012, segundo portaria
conjunta dos ministérios da Fazenda e da Previdência fixando o
piso e o teto dos benefícios dos aposentados e pensionistas,
publicada no Diário Oficial da União no dia 9 último. O reajuste
do salário mínimo de R$ 545,00 para R$ 622,00 estabeleceu
o valor mínimo que será pago aos beneficiários do Regime Geral
de Previdência Social. O teto subiu de R$ 3.691,74 para R$
3.912,20, de acordo com o INPC (Índice Nacional de Preços ao
Consumidor) de 6,08% relativo a 2011, anunciado três dias antes
pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Paradigma CPTM
Desde outubro de 2011, os aposentados e
pensionistas da extinta Fepasa, que têm suas complementações de
aposentadorias reajustadas de acordo com as correções salariais
praticadas pela CPTM (Companhia Paulista de Trens
Metropolitanos), aguardam a majoração desses proventos, com a
aplicação de mais 3,5% sobre o que recebiam em 1° de março do
mesmo ano. Os engenheiros da CPTM, em 2011, conquistaram o
índice de 3,29% a título de reajuste salarial e de 3,5% a título
de aumento real/ produtividade, totalizando 6,9%. Em julho,
vigorava efeito suspensivo sobre o aumento de 3,5%. Quanto ao
reajuste das complementações em 3,29%, foi garantido no mês de
setembro somente após considerações do SEESP enviadas à Sefaz.
Foi no mês de outubro do ano passado que o SEESP
encaminhou à Sefaz cópia da decisão do TST (Tribunal Superior do
Trabalho) que cassou a suspensão concedida ao aumento de 3,5%,
solicitando o repasse imediato desse índice às complementações.
A Secretaria então declarou:
“...a consultoria jurídica desta pasta já se
manifestou por meio de parecer, orientando que, no que se refere
ao aumento previsto na cláusula 02 (aumento de 3,5%), deverá a
administração
aguardar o julgamento e trânsito em julgado do recurso ordinário
interposto pela CPTM... Após as respectivas juntadas
(venerando acórdão e cópia do trânsito em
julgado),
os autos poderão retornar a essa consultoria para novo parecer.”
Em resposta, o SEESP ponderou:
“Inobstante parecer da consultoria jurídica dessa
pasta, cumpre esclarecer que o efeito do recurso na Justiça do
Trabalho, em regra geral, é o devolutivo, nos termos do artigo
899 da Consolidação das Leis do Trabalho, devendo as decisões
serem cumpridas de imediato. Cumpre esclarecer também que a Lei
n° 7.701, de 21 de dezembro de 1988, que trata das
possibilidades de concessão do efeito suspensivo em dissídio
coletivo, ainda assim estabelece em seu artigo 9° que o efeito
suspensivo terá eficácia pelo prazo improrrogável de 120 (cento
e vinte) dias contados da publicação. Desta feita, aguardamos
que se cumpra a decisão do dissídio de greve...”
Atualmente, o SEESP espera pronunciamento da
Secretaria da Fazenda.
Mais informações com o doutor Nilson Roberto Lucilio
pelos telefones (19) 3234-2035/0075 e 9771-3574.
Fonte SEESP -
13.01.12 - Boletim
numero 01/2012 |
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MAQUINISTA É MÃO DE
OBRA RARA |
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25/08/2010 - O Tempo
Além dos gargalos de infraestrutura, a mão de obra também tem
aparecido como um entrave para suportar o crescimento previsto
para o Brasil, que é de 7%. E uma profissão que tem feito falta
no mercado de trabalho é a de maquinista de trem, pois não
existe um curso especializado para a formação desse
profissional. Há composições paradas nos pátios das ferroviários
por falta de quem as operem. Com isso, o escoamento de várias
produções tem atraso. Nos últimos dez anos, a demanda pelo
transporte ferroviário cresceu 54%.
A
saída encontrada por algumas empresas é formar sua própria mão
de obra. É o caso da MRS Logística e da Ferrovia Centro
Atlântica (FCA), da Vale, que montam cursos para formar o seus
maquinistas. Para este ano, a MRS Logística, que já contratou
150 pessoas para o cargo de maquinista, vai contratar outros 300
no segundo semestre. "A empresa está investindo cerca de R$ 6
milhões para capacitar esses profissionais", explica a gerente
corporativa de desenvolvimento de recursos humanos, Laura Maria
Pontual.
Segundo ela, as vagas serão abertas para Minas Gerais, Rio de
Janeiro e São Paulo, sendo que a maioria delas para Minas. "O
aumento da produção em vários setores após a crise aumentou a
demanda pelo transporte ferroviário", observa. Para concorrer ao
cargo é preciso ter mais 18 anos, 2° grau completo e passar por
prova de matemática, português e avaliação psicológica.
Laura acredita que nos próximos cinco anos, a MRS Logística
deverá dobrar o seu transporte de cargas.
De
acordo com o diretor de operações da FCA, Rodrigo Ruggiero, na
falta de centros de formação específicos, o maquinista não fica
disponível no mercado. "Como eles se formam em cursos realizados
pelas empresas que os contratam, acabam trabalhando nelas
mesmas", observa Ruggiero.
A
FCA oferece curso para maquinistas há cinco anos. "Fazemos de
maneira estruturada com trabalhos práticos e teóricos. O curso
demora cerca de um ano", explica Ruggiero. Conforme afirma, a
FCA possui mil maquinistas contratados e outros 186 que estão em
fase de treinamento para adquirirem a certificação.
Um
outro fator apontado por Ruggiero é que devido a velocidade em
que a tecnologia está mudando, também tem sido necessários
cursos para a reciclagem dos maquinistas.
Situação tende a piorar no país
Se
já está difícil encontrar maquinistas hoje, a situação tende a
piorar com o aumento do uso das ferrovias para escoar cargas. De
acordo com a operadora ferroviária MRS Logística, que atua em
Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, nos últimos dez anos,
a carga movimentada pelas empresas na malha ferroviária
brasileira aumentou 54%.
O
próprio país tem como meta investir ainda mais nesse meio de
transporte. Tanto que o Programa de Aceleração de Crescimento (PAC)
projeta investimentos até 2020 para aumentar a malha ferroviária
brasileira dos atuais 28 mil quilômetros para 40 mil
quilômetros. Fato esse que aumenta ainda mais a demanda por
maquinistas.
Em Minas Gerais,
onde o modal ferroviário é usado com intensidade pelo setor
minero-siderúrgico, recentemente ele ganhou espaço para o
transporte de grãos sobre trilhos, o que pede mais investimentos
na área. “Hoje, além da soja, temos também uma enorme demanda
para o transporte de açúcar”, observa o diretor de operações da
Ferrovia Centro Atlântica, Rodrigo Ruggiero.
E
para atender esse crescimento, a FCA possui um programa que
pretende buscar o desenvolvimento agrícola sustentável da região
Noroeste de Minas Gerais. Denominado de Pró-Noroeste, tem como
finalidade melhorar as condições de competitividade além da
produção como também de logística. Para isso, foram recuperados
150 km de ferrovia entre Corinto e Pirapora.
“A
região possui um grande potencial para o plantio de grãos e é
necessário uma logística para o seu escoamento”, reforça o
diretor da FCA, que acredita que atualmente não tem como se
pensar em desenvolvimento de um país sem que ele tenha uma malha
ferroviária funcional.
Empresas comprarão os próprios trens
A
demanda pelo modal ferroviário está crescendo tanto que já tem
siderúrgicas pensando em comprar os próprios trens para escoar a
produção. A Arcelor Mittal pretende investir – junto com as
empresas pequenas como Minerita e JMN – cerca de US$ 50 milhões
na compra de trens e na instalação de terminais na região de
Serra Azul, região Norte de Minas Gerais.
O
plano é comprar quatro trens com 132 vagões, além de investir na
construção de dois terminais ferroviários, em Brumadinho e
Sarzedo, região metropolitana de Belo Horizonte.
O
objetivo é operar suas próprias composições e pagar à MRS, que
detém a concessão da ferrovia que liga Minas ao Porto de
Itaguaí, no Rio de Janeiro, apenas o valor referente ao direito
de passagem nos trilhos, uma espécie de pedágio. Hoje, as
empresas têm de pagar o frete integral e se queixam de que o
valor pago à MRS é o dobro do que a concessionária cobra de seus
sócios, entre eles Usiminas, Vale e CSN.
Segundo o ex-presidente da Arcelor Mittal Serra Azul e consultor
para assuntos logísticos da empresa, José Francisco Viveiros, as
composições poderão ser encomendadas tanto no Brasil como no
exterior, já em 2011. Para colocar o projeto em prática, as
empresas terão que esperar o decreto do novo marco regulatório
do setor ferroviário.
Fonte Revista Ferroviária –
25.08.2010
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BNDES LIBERA R$ 464,9
MILHÕES PARA FERROVIAS |
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BNDES libera R$ 464,9
milhões para ferrovias
13/08/2010
O BNDES desembolsou R$ 464,9 milhões
para o setor ferroviário no primeiro semestre de 2010,
registrando queda de 19% em relação ao mesmo período do ano
passado, quando liberou R$ 564 milhões para o setor.
Apesar da queda no volume, o BNDES
aumentou em 34%o número de operações financeiras. De janeiro a
julho de 2009 foram 77 e no mesmo período deste ano contabilizou
103 operações de crédito.
Os desembolsos do BNDES atingiram R$
72,6 bilhões nos primeiros sete meses deste ano. A maior
participação coube ao setor de Infraestrutura, com R$ 28,2
bilhões (39% do total liberado pelo Banco). Em seguida, veio a
Indústria, com 33% e R$ 23,8 bilhões em liberações.
Fonte: Revista Ferroviária - 17.08.2010
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ESTAÇÕES DE SÃO PAULO VIRAM
PATRIMÔNIO CULTURAL |
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Estações de SP viram
patrimônio cultural
26/07/2010 - Folha de S. Paulo
Marcos da urbanização paulista, as estações ferroviárias de
São Paulo estão virando também patrimônio cultural do Estado.
Nove conjuntos de prédios que pertenceram a São Paulo
Railway, a primeira ferrovia a ser implantada em São Paulo, para
escoar a produção de café, foram tombados e outros 24 estão
sendo estudados e podem ser incluídos na lista até o fim do ano.
Na primeira leva, entraram Jundiaí, Várzea Paulista, Franco
da Rocha, Caieiras, Perus, Jaraguá, Ribeirão Pires, Rio Grande
da Serra e Santos com seus armazéns.
Construídas com tecnologia inglesa entre 1862 e 1867, elas
têm como características marcantes os postes de ferro fundido,
uma novidade na arquitetura mundial da época, e mãos-francesas
--peças triangulares de sustentação do edifício-- com detalhes
decorados em ferro.
A introdução do tijolo, em uma época em que a taipa era o
principal material usado nas construções paulistas, representou
uma inovação no fim do século 19.
Elas representam a expansão da ferrovia pelo estado e a
explosão de crescimento da cidade de São Paulo, afirma o
pesquisador Ralph Menucci, que estuda há 15 anos a história das
ferrovias no Estado e é autor do pedido de tombamento.
Sob comando da CPTM, que transporta passageiros, e da MRS
Logística, que faz o transporte de carga, conservam intactas
características originais. E, a partir de agora, não podem ser
alteradas.
As ferrovias têm papel fundamental no desenvolvimento
econômico do Estado de São Paulo. Surgiram com o café e
possibilitaram, mais tarde, o desenvolvimento da indústria,
afirma a historiadora Ana Luiza Martins, que coordena a equipe
responsável pelo estudo de tombamento no Condephaat.
Há um ano, eles viajam pelo Estado fazendo um inventário do
patrimônio ferroviário. Visitam cada estação, observando o grau
de preservação e as características arquitetônicas mais
marcantes.
Entre os critérios observados estão a relevância histórica e
o estado de conservação. Imóveis deteriorados não serão
tombados. Queremos selecionar as mais significativas, que
representem bem a época e os estilos arquitetônicos originais,
completa Martins.
O estudo se estende a prédios anexos, como casa de máquinas,
armazéns, oficinas e passarelas, que tiveram relevância na
ferrovia. Há exemplares em estilos arquitetônicos como o art
déco, neocolonial, eclético, neoclássico. Até uma modernista, em
Jaguariúna.
A equipe do Condephaat encontrou estações nas mais diversas
situações. Em Santa Cruz do Rio Pardo, o prédio da estação
estava ocupado por sem-teto. Outras, em melhor estado,
tornaram-se prédios públicos e culturais, como as de Americana e
de Araraquara.
Em muitos casos, a posse ainda é da União, que herdou em 1998
o patrimônio da Fepasa. Algumas prefeituras compraram ou
conquistaram na Justiça a posse, outras fazem a administração em
comodato (empréstimo).
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Governo mudará regras do
setor ferroviário |
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13/07/2010 - O Globo
Já está pronto e deve ser assinado nos próximos dias um
decreto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva reformulando as
regras do setor ferroviário brasileiro. Elaborado durante os
últimos 18 meses pela Agência Nacional de Transportes Terrestres
(ANTT), o texto muda as diretrizes em vigor há 14 anos e tem
dois objetivos básicos: tornar o segmento mais competitivo e
estimular investimentos na malha. De olho na expansão
ferroviária futura, a nova regulamentação vai alterar o perfil
das atuais concessões. Segundo a ANTT, hoje 62% da malha
ferroviária do país estão subutilizados.
O novo modelo segue o padrão europeu e lembra o
rodoviário. Ele cria a figura do gestor de capacidade, ou seja,
a empresa que administra a ferrovia, remunerada pelo movimento
em sua malha. Ao contrário do modelo atual, ela não terá
monopólio sobre o serviço que passa sobre seus trilhos.
O cenário sobre o qual a ANTT trabalha é de uma rede de
28.831 quilômetros de estradas de ferro dos quais apenas 10.930
são efetivamente explorados.
Agência vai rever 12 contratos de concessão
Outra novidade é a instituição do operador ferroviário,
que poderá levar suas locomotivas e vagões onde houver carga,
não importando qual malha. Esse modelo, crê o diretor-geral da
ANTT, Bernardo Figueiredo, vai estimular o gestor da estrada de
ferro a investir mais, para garantir maior movimento. Para a
agência, o transporte ferroviário pode dar saltos no país.
- As ferrovias que mais transportam hoje no Brasil são
Carajás e Vitória-Minas, da Vale, que levam 100 a 120 milhões de
toneladas. Na China, uma linha com as mesmas características
transporta 400 milhões de toneladas. A China tem 60% da malha
duplicada e nós não temos nem 5% - diz Figueiredo.
As mudanças, porém, começarão agora. Para aumentar a
competição, a agência vai repactuar os 12 contratos de
concessão, com as quatro grandes empresas do setor:
Transnordestina, Vale, ALL e MRS. Um dos pontos nessa discussão
será rever o valor do arrendamento pago anualmente (na casa dos
R$ 400 milhões), para dar mais fôlego aos investimentos:
- Nosso propósito é deixar de pagar o arrendamento em
troca de investimentos - diz o diretor-geral da ANTT.
Figueiredo garante que as alterações nas concessões estão
previstas nos contratos atuais.
Pelo decreto 1.832, de março de 1996, assinado pelo então
presidente Fernando Henrique Cardoso, as concessionárias
estabelecem metas e investem com o objetivo de cumpri-las. A
partir de 2012, esse sistema começa a mudar: as metas globais de
uma concessão serão estabelecidas por trechos.
- Se um determinado trecho não tiver meta, estaremos
livres para oferecer a quem estiver interessado. Se o trecho não
tem viabilidade, e não recebe nenhuma carga, merece ser
repensado - afirma Figueiredo.
A agência vai determinar critérios para os concessionários
estabelecerem seus custos. Com isso, pretende evitar que uma
empresa eleve artificialmente sua tarifa para impedir o ingresso
de outra em sua malha. Vai também rever o cálculo da tarifa-teto
atual, estabelecido ainda durante a vigência da Rede Ferroviária
Federal (RFFSA).
Usuário insatisfeito com frete poderá criar serviço
próprio
Nos próximos meses também será criada a figura do usuário
dependente, que precisa da ferrovia para tocar seu negócio. Se
ele não estiver satisfeito com o frete cobrado pelas
concessionárias, poderá criar um serviço próprio, colocando
vagão, locomotiva e pagando o direito de passagem, ou seja, o
pedágio para usar a ferrovia alheia.
O modelo tem como fim preparar o país para a expansão
planejada do modal ferroviário. As obras do Programa de
Aceleração do Crescimento (PAC) devem aumentar a atual malha em
5.290 quilômetros. Já o PAC 2, com R$ 46 bilhões de
investimentos previstos, prevê a construção de mais 9.672
quilômetros. Este total inclui obras de expansão (4.696
quilômetros), o Trem de Alta Velocidade Rio-São Paulo, e estudos
para novos trechos, que somam 2.985 quilômetros. A estatal Valec
será a responsável pelos estudos e concessões, que devem
interligar todas as malhas existentes, cortando o país com
ferrovias.
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DIPLOMA DO
CREA/SP À ASSEF
75 ANOS -
JUBILEU DE DIAMANTE

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A
esquerda, o Engº Agrimensor José Sérgio Pahor (Diretor do CREASP),
no meio, Engº Ronaldo Perfeito Alonso ( Conselheiro CREA-SP/ASSEF
) a direita, o Engº Civil José Tadeu da Silva(Presidente do
CREASP) |
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!!! NOTÍCIAS
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APROVADA LEI
QUE UNIFICA TODOS DOCUMENTOS DE IDENTIFICAÇÃO |
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18.09.2009
O Senado aprovou na noite de quarta-feira um
projeto de lei que unifica os documentos de identificação.
O Projeto de Lei da Câmara (PLC) 46/03, que
agora vai à sanção presidencial, determina que o Cadastro de
Pessoa Física (CPF), a Carteira de Trabalho e Previdência Social
(CTPS), a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e o passaporte
passem a ter o mesmo número do Registro da Identidade Civil
(RG). O projeto também exige que a carteira de identidade
contenha o tipo e o fator sanguíneo do titular e permite, a
pedido do dono do documento, a inclusão de carimbo para
comprovar deficiência física. A deficiência deverá, contudo, ser
atestada por autoridade de saúde competente.
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DISCURSO DO DEPUTADO
EDSON GIRIBONI |
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DIVISÃO
TTÉCNICA
DE TAQUIGRAFIA 031ª Sessão Ordinária
- 24.03.2009 |
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O SR.
EDSON GIRIBONI - PV - SEM REVISÃO DO ORADOR - Sr. Presidente,
nobre Deputado Conte Lopes, Srs. Deputados, Sras. Deputadas,
telespectadores da TV Assembleia, público presente,
funcionários, venho a esta tribuna para reiterar uma cobrança
com a Presidência da República, uma moção publicada no Diário
desta Casa em 17 de agosto de 2007 que, após tramitação foi
encaminhada ao Presidente da República em 15 de maio de 2008.
Foi assinada por vários deputados de vários partidos; além da
assinatura deste Deputado tivemos as dos deputados Aldo Demarchi,
do DEM; Orlando Mornado, do PSDB; João Caramez, do PSDB; Antonio
Mentor, do PT; José Zico Prado, do PT; Roberto Morais, do PPS;
Campos Machado, do PTB; Rogério Nogueira, do PDT; Davi Zaia, do
PPS e Feliciano Filho, do PV.
Essa
moção pede à Presidência da República, por meio do Ministério da
Indústria e Comércio Exterior e do Banco Nacional de
Desenvolvimento Econômico e Social, BNDES, que se faça justiça a
mais de 140 ferroviários da antiga Fepasa - posteriormente a
Fepasa foi incorporada pela Rede Ferroviária Federal, em seguida
foi feita a concessão à Ferroban e, agora, a Ferroban foi
incorporada pela América Latina Logística.
Esses
140 ferroviários foram demitidos sem justa causa e sem receber
as indenizações da Cláusula 449 do Contrato Coletivo de
Trabalho. Mas o mais grave é que, quando da privatização - sou
testemunha porque na época pertencia aos quadros da Fepasa,
quando ocupei o cargo de Superintendente-Geral -, quando do
valor da concessão da ferrovia à iniciativa privada, foram
feitos os estudos exigidos por lei, chegou-se a um determinado
valor da concessão e desse valor, à época, foram descontados
quase 250 milhões de reais do valor da concessão por conta das
indenizações trabalhistas de todos os funcionários que estavam
passando para a iniciativa privada.
Portanto, a concessionária Ferroban, posteriormente a América
Latina Logística, já teve um deságio antecipado do valor que
deveria ser pago ao Poder Público, no caso o Poder Público
Federal, já que a privatização foi feita pelo BNDES, por conta
das indenizações que deveriam ser pagas àqueles funcionários
demitidos por livre iniciativa. Esses ferroviários deram sua
vida, 10, 15, 20, 30 anos à ferrovia, dedicaram-se, trabalharam
honestamente para que a ferrovia no Brasil ainda pudesse
sobreviver, apesar de todas as dificuldades, mas foram demitidos
sem receber as indenizações previstas em lei e sem receber essas
indenizações, já recebidas antecipadamente pela concessionária
por meio do desconto do deságio no valor da concessão.
O
Governo Federal não tem a obrigatoriedade de responder a moção,
mas além de não termos essa resposta não temos nenhuma ação
concreta por parte do BNDES, do Ministério em relação à América
Latina Logística, causando uma grande injustiça a esses
ferroviários e, pior que isso, no nosso entender uma fraude no
processo de privatização, porque se a concessionária deixa de
pagar um valor devido ao Poder Público para indenizar os
funcionários demitidos, valor antecipadamente recebido, estamos
diante de uma fraude contra o interesse público.
Então
fica aqui registrado o nosso apelo ao Governo Federal, à
Presidência da República, ao BNDES para que uma atenção especial
seja dada a essa moção suprapartidária desta Casa, atuando em
favor desses ferroviários injustiçados no Estado de São Paulo.
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REPRESENTANTE DA
ASSEF NO CREA 2009/2011 |
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Os Engenheiros Eletricistas
Ronaldo Perfeito
Alonso e
Romano
Henrique Dal Bianco, são os representantes da ASSEF no
CREA/SP, atuando como Conselheiros na Câmara
Especializada de Engenharia Elétrica.
Os Engenheiros
RONALDO PERFEITO
ALONSO e ROMANO HENRIQUE DAL BIANCO, estão à
disposição de nossos associados para dentro do limite do
possível resolver ou agilizar questões junto ao CREA/SP.
Ronaldo
Perfeito Alonso :
rona@sili.com.br
fone:
(11 ) 7871.83.22
Romano
Henrique Dal Bianco :
romano.bianco@terra.com.br
fone:
(11 ) 7337.62.17
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CREA-SP EMPOSSOU
NOVA DIRETORIA E NOVOS CONSELHEIROS |
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(Veja links para
galerias de fotos ao final do texto)
Na manhã
de 15 de janeiro, o Crea-SP deu posse aos conselheiros
que terão mandato no triênio 2009-2011, procedendo assim
a renovação de terço desse quadro de profissionais.
No período
da tarde, os conselheiros presentes participaram da
eleição dos representantes das demais modalidades
profissionais para compor cada Câmara Especializada, dos
membros da Diretoria e dos membros das Comissões
Permanentes de Ética Profissional, de Orçamento e Tomada
de Contas, de Renovação do Terço, de Relações Públicas,
de Legislação e Normas, de Educação e Atribuições
Profissionais e de Meio Ambiente.
Na
ocasião, o presidente do Crea-SP fez a indicação, com
homologação do Plenário, de seu vice-presidente e da
diretora do Fórum das Entidades de Classe.
A nova
Diretoria do Crea-SP fica assim constituída:
Presidente
do Crea-SP: eng. José Tadeu da Silva (em segundo mandato
2009-2011);
Vice-presidente: eng. eletr. Paulo Eduardo de Grava
Diretora
administrativa: eng. de alimentos Adilma Regina Pippa
Scamparini
Diretor
administrativo-adjunto: téc. em eletrônica Paulo Eduardo
Finhane Trigo
Diretor
financeiro: eng. agr. Valdemar Antonio Demétrio
Diretor
financeiro-adjunto: eng. operação mod. refr. e ar
condicionado Pasqual Satalino
Diretora
técnica: arq. e urb. Liane Makowski de Oliveira e
Almeida
Diretor
técnico-adjunto: eng. civil Joaquin Marino Telle
Diretor de
valorização profissional: eng. eletr. Jayme de Oliveira
Bezerra Nunes
Diretor de
valorização profissional-adjunto: eng. cartógrafo João
Fernando Custódio da Silva
Diretor de
relações profissionais: eng. civil Carlos Alberto
Guimarães Garcez
Diretor de
relações institucionais: eng. mec. Egberto Rodrigues
Neves
Diretora
do Fórum das Entidades de Classe: arq. e urb. Luciana
Rando de Macedo Bento
Diretor(a)
de Educação: nome a ser indicado
Após a
posse dos membros da Diretoria, o Plenário procedeu a
aprovação da composição das Câmaras Especializadas.
Como parte
das comemorações pelos 75 anos do Conselho, foi
homenageada Cecília Maria Lourenço, que possui o
registro funcional mais antigo, o de número 33.
Galeria I
Posse de Conselheiros
Galeria II
Eleição e posse da Diretoria
Extraído
do site : www.creasp.org.br
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DECRETO
FACILITA POSSE DE BEM FERROVIÁRIO |
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12/02/2009 - Cosmo Online
A transferência de todos os bens não operacionais da extinta
Rede Ferroviária Federal S.A. (RFFSA) existentes em Campinas
será facilitada a partir do decreto do presidente Luiz Inácio
Lula da Silva (PT) publicado ontem (11) no Diário Oficial da
União que passa os bens da extinta RFFSA para a Secretaria de
Patrimônio da União. A medida abre caminho para que Campinas e
cidades da região que vêm pleiteando a cessão de bens
ferroviários consigam transferi-los para o município. Campinas
quer todo o patrimônio da rede que está dentro de seu
território, informou o secretário municipal de Negócios
Jurídicos, Carlos Henrique Pinto.
Na cidade, o conjunto inclui o pátio central, o Palácio da
Mogiana, ramais desativados, áreas invadidas com ocupações e até
o Parque 1 da Companhia de Desenvolvimento do Polo de Alta
Tecnologia de Campinas (Ciatec). O Ciatec 1, como é chamado,
fica na Rodovia D. Pedro I e está em uma gleba de 73 hectares ao
lado do ramal ferroviário da antiga Ferrovias Paulistas S.A.
(Fepasa).
Quanto e quais são os imóveis que poderão ser transferidos
para a Região Metropolitana de Campinas (RMC) ainda não estão
definidos porque está em curso um dos maiores inventários do
País. O levantamento está sendo realizado em todos os municípios
por onde passa, ou algum dia passou, uma ferrovia para buscar um
destino para o acervo de trens, trilhos, estações, terrenos que
abrigam a história do desenvolvimento do Brasil e que vem sendo
saqueado e depredado ao longo dos anos. O inventário do total de
bens em Campinas ainda não foi realizado.
O trabalho inicial inventariou 65 imóveis para a Secretaria
de Patrimônio da União. Entre eles, estão prédios do Veículo
Leve Sobre Trilhos (VLT), que operou entre 1992 e 1995, no ramal
situado entre a Avenida Governador Joaquim de Souza Campos Jr.,
Rua Salustiano Penteado, Rua Cesário Motta, Avenida Barão de
Itapura e Rua Francisco Eliziário. Há vários terrenos e
construções incluídos no levantamento inicial.
“Queremos todos esses bens”, disse Henrique Pinto. O
secretário lembrou que, há quatro anos, a Prefeitura negocia a
transferência de vários imóveis, como o pátio central, a partir
de um encontro de contas. “Tem tanta burocracia que atrapalha e
até hoje não conseguimos a transferência”, afirmou. A Prefeitura
tem hoje permissão de uso do pátio central, onde estão o Centro
de Educação Profissional de Campinas Prefeito Antonio da Costa
Santos (Ceprocamp), a Estação Cultura, o Terminal Rodoviário e o
Terminal Metropolitano. “O decreto vai dar mais agilidade porque
define quem representa a União na transferência da titularidade
dos bens”, informou. O secretário disse que a posse definitiva
de toda essa área é essencial ao processo de revitalização do
Centro, já que existe projeto de ocupação que poderá contar com
a participação da iniciativa privada.
A Secretaria de Patrimônio da União informou que a
incorporação dos imóveis não operacionais vai possibilitar a
regularização fundiária de milhares de famílias que ocupam as
áreas da empresa extinta, além da destinação de áreas para
habitação. Além disso, será possível a revitalização de prédios
para o incremento de atividades turísticas, educativas e
recreativas.
Fonte: Revista Ferroviária
12/02/2009
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EXTINTA
RFFSA FAZ INVENTÁRIO DA MALHA FÉRREA |
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30/09/2008 - Cosmo Online
Um dos maiores inventários do País está sendo realizado em todos os
municípios por onde passa ou algum dia passou uma ferrovia. O
objetivo é buscar um destino para o acervo de trens, trilhos,
estações e terrenos que abriga a história do desenvolvimento do
Brasil e que vem sendo saqueado e depredado ao longo dos anos. A
intenção do governo é negociar esses bens.
Campinas terá um inventário especial: os bens ferroviários entre a
estação central e o Aeroporto Internacional de Viracopos não
serão inventariados porque ficarão como reserva técnica para o
trem de alta velocidade (TAV), informou o chefe da Unidade
Regional de Inventariança da extinta Rede Ferroviária Federal
S.A. (RFFSA), Miguel Roberto Ruggiero.
Não há ainda dados de quantos e quais são esses imóveis porque a
Inventariança da Extinta RFFSA, empresa criada para fazer o
levantamento de todo o patrimônio da empresa, aguarda os estudos
do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)
e que irão definir o trajeto do trem rápido. “O que tiver nesse
traçado nós vamos deixar como reserva para serem utilizados na
ferrovia de alta velocidade e não serão, portanto, inventariados
para nenhum órgão da União”, afirmou Ruggiero. O TAV terá duas
paradas em Campinas: uma na estação central e outra em Viracopos.
O levantamento da documentação e avaliação da situação de cada
imóvel permitirá a transferência para diferentes organismos da
União. Segundo Ruggiero, as estações e outros prédios
operacionais serão passados para o Departamento Nacional de
Infra-Estrutura de Transportes (Dnit). A relação dos imóveis
não-operacionais será encaminhada para a Secretaria do
Patrimônio da União (SPU) e o levantamento dos bens de valor
histórico, cultural e artístico seguirá para o Instituto do
Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
O inventário não tem prazo para ser concluído. Ele está sendo feito
por funcionários da extinta RFFSA, que foram transferidos para a
Valec e cedidos à Inventariança. O total de bens, existentes a
partir de 1872 quando a ferrovia chegou a Campinas, ainda não
foi levantado. O trabalho inicial inventariou 65 imóveis para a
Secretaria de Patrimônio da União. Entre eles, estão prédios do
fracassado Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT), que operou entre
1992 e 1995, no ramal situado entre a Avenida Governador Joaquim
de Souza Campos Jr., Rua Salustiano Penteado, Rua Cesário Motta,
Avenida Barão de Itapura e Rua Francisco Eliziário. Há vários
terrenos e construções incluídos no levantamento inicial — a
relação completa do que já foi inventariado está no site
www.rffsa.gov.br.
A União vai incorporar um patrimônio gigantesco em todo o País,
estimado em mais de 50 mil imóveis, a maior parte sem a devida
regularização patrimonial. O que vai exigir abertura de
matrículas, desmembramentos de áreas e demais providências à
incorporação.
O trabalho é um desafio por causa das muitas dificuldades
existentes, como a dispersão geográfica dos imóveis, ocupação
irregular, débitos sobre os bens, problemas ambientais e
localização não definida. Existem pelo menos 20 mil imóveis no
sistema da RFFSA sem discriminação, endereço, cidade ou Estado.
“Temos um trabalho imenso pela frente em São Paulo. Dos 635
municípios paulistas, em 450 deles já passou ou está passando
trem e tudo isso terá de ser inventariado”, afirmou Ruggiero.
Fonte: Revista Ferroviária
01/10/2008
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DECRETO
TRAZ ISENÇÕES AO SETOR FERROVIÁRIO |
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Decreto traz isenções ao
setor ferroviário
29/09/2008 - Agência
Estado
Foi publicado hoje no
Diário Oficial da União o Decreto 6.582 regulamentando o
programa do Reporto - Regime Tributário para Incentivo à
Modernização e Ampliação da Estrutura Portuária (Reporto). O
decreto estende a isenção tributária para as importações do
setor de transportes ferroviários.
Segundo a lista de
equipamentos publicada, serão desoneradas as compras, por
exemplo, de trilhos, locomotivas, locotratores e vagões para
transporte de mercadorias sobre vias férreas. Também foi
publicada uma lista com máquinas e equipamentos beneficiados,
como talhas, guinchos, empilhadeiras, tratores rodoviários para
semi-reboques.
O Reporto concede
suspensão de IPI, PIS, Cofins e Imposto de Importação sobre a
aquisição de bens para utilização em portos e ferrovias. O setor
ferroviário só foi incluído no programa de incentivo à
modernização dos portos pela Medida Provisória 428, de maio
deste ano, que já foi convertida na Lei 11.774 pelo Congresso
Nacional.
O Diário Oficial da
União também trouxe publicado o Decreto 6.581 atualizando a
relação de máquinas beneficiadas pelo Regime Especial de
Aquisição de Bens de Capital para Empresas Exportadoras (Recap).
fonte: revista ferroviária 30/09/2008
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BRASÍLIA TEM
PROJETOS PARA IMPLANTAÇÃO DE VLT |
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Brasília tem projeto
para implantação de VLT
05/09/2008 - Eliane Leite
“Os VLTs (Veículos Leves sobre Trilhos) não são simplesmente
para atender uma demanda, mas para alcançar uma resolução
urbana”. Foi nesse tom que Peter Alouche, da AEAMESP, deu início
à discussão sobre a implantação dos VLTs no Brasil, durante a
14ª Metroferr – Semana de Tecnologia Metroferroviária.
O painel, que contou com a participação de José Gaspar de
Souza, do Metrô de Brasília, de José Ignácio Sequeira, da EMTU/SP,
de Marcos Kassab, do Metrô de São Paulo e de Marcus Quintela, da
CBTU, além de Alouche, teve como pauta a viabilidade da
implantação do sistema de VLTs no País.
Brasília é a cidade que apresenta o projeto mais adiantado
até o momento. De acordo com Gaspar, o projeto da região está em
processo de licitação e a obra estará concluída no primeiro
semestre de 2010. O objetivo, segundo Gaspar, é promover a
transferência dos passageiros de veículos para o transporte
ferroviário, com a integração urbana entre os automóveis, VLTs e
veículos de transporte urbano.
Marcus Quintela, afirmou que em Recife (PE) o sistema estará
em operação no máximo em dois anos. O empresário apresentou o
projeto das áreas de estudo para a implantação dos VLTs e disse
que já na próxima semana a companhia entrará na fase de abertura
de recebimentos das propostas financeiras .
Em Maceió (AL), Natal (RN) e João Pessoa (PB), a inserção do
sistema aguarda recursos do governo federal, embora Quintela
tenha afirmado que em Maceió, o plano está mais adiantado,
devendo ser liberado até o fim deste ano, enquanto nos outros
estados ainda está em fase de licitação.
Em São Paulo, a população da região metropolitana da baixada
santista deverá aguardar um pouco mais para desfrutar dos
benefícios do VLT. Sem mencionar datas exatas, Sequeira, da EMTU/SP,
relatou que a licitação e o licenciamento ambiental para o
começo das obras ainda estão em andamento.
Segundo ele, o projeto deverá racionalizar o serviço de
transporte intermunicipal da região, proporcionando benefícios
sociais/financeiros da ordem de R$ 300 milhões ao ano. Parte do
Plano de Expansão do Transporte Metroferroviário, a ser
implantado até 2010, o projeto terá investimento de R$ 640
milhões, do setor público e privado. A conclusão dos
participantes da palestra “Os VLTs saindo do papel” foi que “o
benefício social do sistema VLT é muito maior que o investimento
financeiro”, observou Gaspar. Com isso, o País será elevado a um
patamar mais avançado no que diz respeito à infra-estrutura de
transporte, gerando desenvolvimento e benefícios para a
população.
fonte: revista ferroviária 08/09/2008
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NOVA DIRETORIA
ASSEF |
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CONSELHOS
FISCAL BIÊNIO 2008/2009 E CONSELHO ADMINISTRATIVO
QUADRIÊNIO 2008/2011 |
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Pre Prezado Associado:
Comunicamos a
todos, que em 13 de dezembro de 2007, foram eleitos os
membros
da Diretoria e o Conselho Fiscal ( Biênio 2008/2009), e os
membros
do Conselho Administrativo, (Quadriênio 2008 / 2011), desta
Associação, ficando
as
assim constituída:
DIRETORIA
Presidente
Engº Fernando José Pinto
Vice - Presidente
Engº
Luiz Edson de Castro Filho
Diretor Secretário
Engº Luciano Camilo Pereira
Lyra
Diretor Secretário Adjunto
Engº Romano Henrique
Dal
Bianco
Diretor Tesoureiro
Engº Ronaldo Perfeito
Alonso
Diretor Tesoureiro Adjunto
Engº Orlando Damião
Diretor Sócio Cultural
Engº Ezio
Iafrate
Diretor Sócio Cultural Adjunto
Engº
Valter Martins
Diretor Técnico
Engº Ciro Gomes
Diretor Técnico Adjunto
Engº
Geraldo
Fernandes
Guimarães
Diretor de Interior
Engº
Paulo Fagundes
CONSELHEIROS ADMINISTRATIVOS:
Engº Antonio de
Carvalho Engº Armando Hetmenegildo Lauer
Engº Artur Anísio dos Santos
Engº Evaldo Luiz David
Engº Engº José Augusto Lorga
Engº José Walter Ribeiro
Engº
Luiz Alberto
Diniz EngºLuiz Henrique de Melo
Engº Tadao Oyama
Engº Walter Guedes Ehrenberger
CONSELHEIROS FISCAIS - TITULARES:
Engo
Fadel
Jacob Fadel
Engo
João dos Santos Cardoso
Engo
Francisco Coelho da
Silva
CONSELHEIROS FISCAIS - SUPLENTES:
Engº Dimas Menegon
Engº Otavio Ferreira de Almeida
Engº Rua Unger Caruso
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