|
|
|
DIPLOMA DO
CREA/SP À ASSEF
75 ANOS -
JUBILEU DE DIAMANTE

 |
|
A
esquerda, o Engº Agrimensor José Sérgio Pahor (Diretor do CREASP),
no meio, Engº Ronaldo Perfeito Alonso ( Conselheiro CREA-SP/ASSEF
) a direita, o Engº Civil José Tadeu da Silva(Presidente do
CREASP) |
|
|
|
|
|
!!! NOTÍCIAS
!!! |
|
APROVADA LEI
QUE UNIFICA TODOS DOCUMENTOS DE IDENTIFICAÇÃO |
|
18.09.2009
O Senado aprovou na noite de quarta-feira um
projeto de lei que unifica os documentos de identificação.
O Projeto de Lei da Câmara (PLC) 46/03, que
agora vai à sanção presidencial, determina que o Cadastro de
Pessoa Física (CPF), a Carteira de Trabalho e Previdência Social
(CTPS), a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e o passaporte
passem a ter o mesmo número do Registro da Identidade Civil
(RG). O projeto também exige que a carteira de identidade
contenha o tipo e o fator sanguíneo do titular e permite, a
pedido do dono do documento, a inclusão de carimbo para
comprovar deficiência física. A deficiência deverá, contudo, ser
atestada por autoridade de saúde competente.
|
|
|
|
DISCURSO DO DEPUTADO
EDSON GIRIBONI |
|
DIVISÃO
TTÉCNICA
DE TAQUIGRAFIA 031ª Sessão Ordinária
- 24.03.2009 |
|
O SR.
EDSON GIRIBONI - PV - SEM REVISÃO DO ORADOR - Sr. Presidente,
nobre Deputado Conte Lopes, Srs. Deputados, Sras. Deputadas,
telespectadores da TV Assembleia, público presente,
funcionários, venho a esta tribuna para reiterar uma cobrança
com a Presidência da República, uma moção publicada no Diário
desta Casa em 17 de agosto de 2007 que, após tramitação foi
encaminhada ao Presidente da República em 15 de maio de 2008.
Foi assinada por vários deputados de vários partidos; além da
assinatura deste Deputado tivemos as dos deputados Aldo Demarchi,
do DEM; Orlando Mornado, do PSDB; João Caramez, do PSDB; Antonio
Mentor, do PT; José Zico Prado, do PT; Roberto Morais, do PPS;
Campos Machado, do PTB; Rogério Nogueira, do PDT; Davi Zaia, do
PPS e Feliciano Filho, do PV.
Essa
moção pede à Presidência da República, por meio do Ministério da
Indústria e Comércio Exterior e do Banco Nacional de
Desenvolvimento Econômico e Social, BNDES, que se faça justiça a
mais de 140 ferroviários da antiga Fepasa - posteriormente a
Fepasa foi incorporada pela Rede Ferroviária Federal, em seguida
foi feita a concessão à Ferroban e, agora, a Ferroban foi
incorporada pela América Latina Logística.
Esses
140 ferroviários foram demitidos sem justa causa e sem receber
as indenizações da Cláusula 449 do Contrato Coletivo de
Trabalho. Mas o mais grave é que, quando da privatização - sou
testemunha porque na época pertencia aos quadros da Fepasa,
quando ocupei o cargo de Superintendente-Geral -, quando do
valor da concessão da ferrovia à iniciativa privada, foram
feitos os estudos exigidos por lei, chegou-se a um determinado
valor da concessão e desse valor, à época, foram descontados
quase 250 milhões de reais do valor da concessão por conta das
indenizações trabalhistas de todos os funcionários que estavam
passando para a iniciativa privada.
Portanto, a concessionária Ferroban, posteriormente a América
Latina Logística, já teve um deságio antecipado do valor que
deveria ser pago ao Poder Público, no caso o Poder Público
Federal, já que a privatização foi feita pelo BNDES, por conta
das indenizações que deveriam ser pagas àqueles funcionários
demitidos por livre iniciativa. Esses ferroviários deram sua
vida, 10, 15, 20, 30 anos à ferrovia, dedicaram-se, trabalharam
honestamente para que a ferrovia no Brasil ainda pudesse
sobreviver, apesar de todas as dificuldades, mas foram demitidos
sem receber as indenizações previstas em lei e sem receber essas
indenizações, já recebidas antecipadamente pela concessionária
por meio do desconto do deságio no valor da concessão.
O
Governo Federal não tem a obrigatoriedade de responder a moção,
mas além de não termos essa resposta não temos nenhuma ação
concreta por parte do BNDES, do Ministério em relação à América
Latina Logística, causando uma grande injustiça a esses
ferroviários e, pior que isso, no nosso entender uma fraude no
processo de privatização, porque se a concessionária deixa de
pagar um valor devido ao Poder Público para indenizar os
funcionários demitidos, valor antecipadamente recebido, estamos
diante de uma fraude contra o interesse público.
Então
fica aqui registrado o nosso apelo ao Governo Federal, à
Presidência da República, ao BNDES para que uma atenção especial
seja dada a essa moção suprapartidária desta Casa, atuando em
favor desses ferroviários injustiçados no Estado de São Paulo.
|
|
|
|
|
|
REPRESENTANTE DA
ASSEF NO CREA 2009/2011 |
|
Os Engenheiros Eletricistas
Ronaldo Perfeito
Alonso e
Romano
Henrique Dal Bianco, são os representantes da ASSEF no
CREA/SP, atuando como Conselheiros na Câmara
Especializada de Engenharia Elétrica.
Os Engenheiros
RONALDO PERFEITO
ALONSO e ROMANO HENRIQUE DAL BIANCO, estão à
disposição de nossos associados para dentro do limite do
possível resolver ou agilizar questões junto ao CREA/SP.
Ronaldo
Perfeito Alonso :
rona@sili.com.br
fone:
(11 ) 7871.83.22
Romano
Henrique Dal Bianco :
romano.bianco@terra.com.br
fone:
(11 ) 7337.62.17
|
|
|
|
CREA-SP EMPOSSOU
NOVA DIRETORIA E NOVOS CONSELHEIROS |
| |
| |
(Veja links para
galerias de fotos ao final do texto)
Na manhã
de 15 de janeiro, o Crea-SP deu posse aos conselheiros
que terão mandato no triênio 2009-2011, procedendo assim
a renovação de terço desse quadro de profissionais.
No período
da tarde, os conselheiros presentes participaram da
eleição dos representantes das demais modalidades
profissionais para compor cada Câmara Especializada, dos
membros da Diretoria e dos membros das Comissões
Permanentes de Ética Profissional, de Orçamento e Tomada
de Contas, de Renovação do Terço, de Relações Públicas,
de Legislação e Normas, de Educação e Atribuições
Profissionais e de Meio Ambiente.
Na
ocasião, o presidente do Crea-SP fez a indicação, com
homologação do Plenário, de seu vice-presidente e da
diretora do Fórum das Entidades de Classe.
A nova
Diretoria do Crea-SP fica assim constituída:
Presidente
do Crea-SP: eng. José Tadeu da Silva (em segundo mandato
2009-2011);
Vice-presidente: eng. eletr. Paulo Eduardo de Grava
Diretora
administrativa: eng. de alimentos Adilma Regina Pippa
Scamparini
Diretor
administrativo-adjunto: téc. em eletrônica Paulo Eduardo
Finhane Trigo
Diretor
financeiro: eng. agr. Valdemar Antonio Demétrio
Diretor
financeiro-adjunto: eng. operação mod. refr. e ar
condicionado Pasqual Satalino
Diretora
técnica: arq. e urb. Liane Makowski de Oliveira e
Almeida
Diretor
técnico-adjunto: eng. civil Joaquin Marino Telle
Diretor de
valorização profissional: eng. eletr. Jayme de Oliveira
Bezerra Nunes
Diretor de
valorização profissional-adjunto: eng. cartógrafo João
Fernando Custódio da Silva
Diretor de
relações profissionais: eng. civil Carlos Alberto
Guimarães Garcez
Diretor de
relações institucionais: eng. mec. Egberto Rodrigues
Neves
Diretora
do Fórum das Entidades de Classe: arq. e urb. Luciana
Rando de Macedo Bento
Diretor(a)
de Educação: nome a ser indicado
Após a
posse dos membros da Diretoria, o Plenário procedeu a
aprovação da composição das Câmaras Especializadas.
Como parte
das comemorações pelos 75 anos do Conselho, foi
homenageada Cecília Maria Lourenço, que possui o
registro funcional mais antigo, o de número 33.
Galeria I
Posse de Conselheiros
Galeria II
Eleição e posse da Diretoria
Extraído
do site : www.creasp.org.br
|
|
|
|
DECRETO
FACILITA POSSE DE BEM FERROVIÁRIO |
|
12/02/2009 - Cosmo Online
A transferência de todos os bens não operacionais da extinta
Rede Ferroviária Federal S.A. (RFFSA) existentes em Campinas
será facilitada a partir do decreto do presidente Luiz Inácio
Lula da Silva (PT) publicado ontem (11) no Diário Oficial da
União que passa os bens da extinta RFFSA para a Secretaria de
Patrimônio da União. A medida abre caminho para que Campinas e
cidades da região que vêm pleiteando a cessão de bens
ferroviários consigam transferi-los para o município. Campinas
quer todo o patrimônio da rede que está dentro de seu
território, informou o secretário municipal de Negócios
Jurídicos, Carlos Henrique Pinto.
Na cidade, o conjunto inclui o pátio central, o Palácio da
Mogiana, ramais desativados, áreas invadidas com ocupações e até
o Parque 1 da Companhia de Desenvolvimento do Polo de Alta
Tecnologia de Campinas (Ciatec). O Ciatec 1, como é chamado,
fica na Rodovia D. Pedro I e está em uma gleba de 73 hectares ao
lado do ramal ferroviário da antiga Ferrovias Paulistas S.A.
(Fepasa).
Quanto e quais são os imóveis que poderão ser transferidos
para a Região Metropolitana de Campinas (RMC) ainda não estão
definidos porque está em curso um dos maiores inventários do
País. O levantamento está sendo realizado em todos os municípios
por onde passa, ou algum dia passou, uma ferrovia para buscar um
destino para o acervo de trens, trilhos, estações, terrenos que
abrigam a história do desenvolvimento do Brasil e que vem sendo
saqueado e depredado ao longo dos anos. O inventário do total de
bens em Campinas ainda não foi realizado.
O trabalho inicial inventariou 65 imóveis para a Secretaria
de Patrimônio da União. Entre eles, estão prédios do Veículo
Leve Sobre Trilhos (VLT), que operou entre 1992 e 1995, no ramal
situado entre a Avenida Governador Joaquim de Souza Campos Jr.,
Rua Salustiano Penteado, Rua Cesário Motta, Avenida Barão de
Itapura e Rua Francisco Eliziário. Há vários terrenos e
construções incluídos no levantamento inicial.
“Queremos todos esses bens”, disse Henrique Pinto. O
secretário lembrou que, há quatro anos, a Prefeitura negocia a
transferência de vários imóveis, como o pátio central, a partir
de um encontro de contas. “Tem tanta burocracia que atrapalha e
até hoje não conseguimos a transferência”, afirmou. A Prefeitura
tem hoje permissão de uso do pátio central, onde estão o Centro
de Educação Profissional de Campinas Prefeito Antonio da Costa
Santos (Ceprocamp), a Estação Cultura, o Terminal Rodoviário e o
Terminal Metropolitano. “O decreto vai dar mais agilidade porque
define quem representa a União na transferência da titularidade
dos bens”, informou. O secretário disse que a posse definitiva
de toda essa área é essencial ao processo de revitalização do
Centro, já que existe projeto de ocupação que poderá contar com
a participação da iniciativa privada.
A Secretaria de Patrimônio da União informou que a
incorporação dos imóveis não operacionais vai possibilitar a
regularização fundiária de milhares de famílias que ocupam as
áreas da empresa extinta, além da destinação de áreas para
habitação. Além disso, será possível a revitalização de prédios
para o incremento de atividades turísticas, educativas e
recreativas.
Fonte: Revista Ferroviária
12/02/2009
|
|
|
|
EXTINTA
RFFSA FAZ INVENTÁRIO DA MALHA FÉRREA |
|
|
|
30/09/2008 - Cosmo Online
Um dos maiores inventários do País está sendo realizado em todos os
municípios por onde passa ou algum dia passou uma ferrovia. O
objetivo é buscar um destino para o acervo de trens, trilhos,
estações e terrenos que abriga a história do desenvolvimento do
Brasil e que vem sendo saqueado e depredado ao longo dos anos. A
intenção do governo é negociar esses bens.
Campinas terá um inventário especial: os bens ferroviários entre a
estação central e o Aeroporto Internacional de Viracopos não
serão inventariados porque ficarão como reserva técnica para o
trem de alta velocidade (TAV), informou o chefe da Unidade
Regional de Inventariança da extinta Rede Ferroviária Federal
S.A. (RFFSA), Miguel Roberto Ruggiero.
Não há ainda dados de quantos e quais são esses imóveis porque a
Inventariança da Extinta RFFSA, empresa criada para fazer o
levantamento de todo o patrimônio da empresa, aguarda os estudos
do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)
e que irão definir o trajeto do trem rápido. “O que tiver nesse
traçado nós vamos deixar como reserva para serem utilizados na
ferrovia de alta velocidade e não serão, portanto, inventariados
para nenhum órgão da União”, afirmou Ruggiero. O TAV terá duas
paradas em Campinas: uma na estação central e outra em Viracopos.
O levantamento da documentação e avaliação da situação de cada
imóvel permitirá a transferência para diferentes organismos da
União. Segundo Ruggiero, as estações e outros prédios
operacionais serão passados para o Departamento Nacional de
Infra-Estrutura de Transportes (Dnit). A relação dos imóveis
não-operacionais será encaminhada para a Secretaria do
Patrimônio da União (SPU) e o levantamento dos bens de valor
histórico, cultural e artístico seguirá para o Instituto do
Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
O inventário não tem prazo para ser concluído. Ele está sendo feito
por funcionários da extinta RFFSA, que foram transferidos para a
Valec e cedidos à Inventariança. O total de bens, existentes a
partir de 1872 quando a ferrovia chegou a Campinas, ainda não
foi levantado. O trabalho inicial inventariou 65 imóveis para a
Secretaria de Patrimônio da União. Entre eles, estão prédios do
fracassado Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT), que operou entre
1992 e 1995, no ramal situado entre a Avenida Governador Joaquim
de Souza Campos Jr., Rua Salustiano Penteado, Rua Cesário Motta,
Avenida Barão de Itapura e Rua Francisco Eliziário. Há vários
terrenos e construções incluídos no levantamento inicial — a
relação completa do que já foi inventariado está no site
www.rffsa.gov.br.
A União vai incorporar um patrimônio gigantesco em todo o País,
estimado em mais de 50 mil imóveis, a maior parte sem a devida
regularização patrimonial. O que vai exigir abertura de
matrículas, desmembramentos de áreas e demais providências à
incorporação.
O trabalho é um desafio por causa das muitas dificuldades
existentes, como a dispersão geográfica dos imóveis, ocupação
irregular, débitos sobre os bens, problemas ambientais e
localização não definida. Existem pelo menos 20 mil imóveis no
sistema da RFFSA sem discriminação, endereço, cidade ou Estado.
“Temos um trabalho imenso pela frente em São Paulo. Dos 635
municípios paulistas, em 450 deles já passou ou está passando
trem e tudo isso terá de ser inventariado”, afirmou Ruggiero.
Fonte: Revista Ferroviária
01/10/2008
|
|
|
|
|
|
DECRETO
TRAZ ISENÇÕES AO SETOR FERROVIÁRIO |
|
|
|
Decreto traz isenções ao
setor ferroviário
29/09/2008 - Agência
Estado
Foi publicado hoje no
Diário Oficial da União o Decreto 6.582 regulamentando o
programa do Reporto - Regime Tributário para Incentivo à
Modernização e Ampliação da Estrutura Portuária (Reporto). O
decreto estende a isenção tributária para as importações do
setor de transportes ferroviários.
Segundo a lista de
equipamentos publicada, serão desoneradas as compras, por
exemplo, de trilhos, locomotivas, locotratores e vagões para
transporte de mercadorias sobre vias férreas. Também foi
publicada uma lista com máquinas e equipamentos beneficiados,
como talhas, guinchos, empilhadeiras, tratores rodoviários para
semi-reboques.
O Reporto concede
suspensão de IPI, PIS, Cofins e Imposto de Importação sobre a
aquisição de bens para utilização em portos e ferrovias. O setor
ferroviário só foi incluído no programa de incentivo à
modernização dos portos pela Medida Provisória 428, de maio
deste ano, que já foi convertida na Lei 11.774 pelo Congresso
Nacional.
O Diário Oficial da
União também trouxe publicado o Decreto 6.581 atualizando a
relação de máquinas beneficiadas pelo Regime Especial de
Aquisição de Bens de Capital para Empresas Exportadoras (Recap).
fonte: revista ferroviária 30/09/2008
|
|
|
|
BRASÍLIA TEM
PROJETOS PARA IMPLANTAÇÃO DE VLT |
|
|
|
Brasília tem projeto
para implantação de VLT
05/09/2008 - Eliane Leite
“Os VLTs (Veículos Leves sobre Trilhos) não são simplesmente
para atender uma demanda, mas para alcançar uma resolução
urbana”. Foi nesse tom que Peter Alouche, da AEAMESP, deu início
à discussão sobre a implantação dos VLTs no Brasil, durante a
14ª Metroferr – Semana de Tecnologia Metroferroviária.
O painel, que contou com a participação de José Gaspar de
Souza, do Metrô de Brasília, de José Ignácio Sequeira, da EMTU/SP,
de Marcos Kassab, do Metrô de São Paulo e de Marcus Quintela, da
CBTU, além de Alouche, teve como pauta a viabilidade da
implantação do sistema de VLTs no País.
Brasília é a cidade que apresenta o projeto mais adiantado
até o momento. De acordo com Gaspar, o projeto da região está em
processo de licitação e a obra estará concluída no primeiro
semestre de 2010. O objetivo, segundo Gaspar, é promover a
transferência dos passageiros de veículos para o transporte
ferroviário, com a integração urbana entre os automóveis, VLTs e
veículos de transporte urbano.
Marcus Quintela, afirmou que em Recife (PE) o sistema estará
em operação no máximo em dois anos. O empresário apresentou o
projeto das áreas de estudo para a implantação dos VLTs e disse
que já na próxima semana a companhia entrará na fase de abertura
de recebimentos das propostas financeiras .
Em Maceió (AL), Natal (RN) e João Pessoa (PB), a inserção do
sistema aguarda recursos do governo federal, embora Quintela
tenha afirmado que em Maceió, o plano está mais adiantado,
devendo ser liberado até o fim deste ano, enquanto nos outros
estados ainda está em fase de licitação.
Em São Paulo, a população da região metropolitana da baixada
santista deverá aguardar um pouco mais para desfrutar dos
benefícios do VLT. Sem mencionar datas exatas, Sequeira, da EMTU/SP,
relatou que a licitação e o licenciamento ambiental para o
começo das obras ainda estão em andamento.
Segundo ele, o projeto deverá racionalizar o serviço de
transporte intermunicipal da região, proporcionando benefícios
sociais/financeiros da ordem de R$ 300 milhões ao ano. Parte do
Plano de Expansão do Transporte Metroferroviário, a ser
implantado até 2010, o projeto terá investimento de R$ 640
milhões, do setor público e privado. A conclusão dos
participantes da palestra “Os VLTs saindo do papel” foi que “o
benefício social do sistema VLT é muito maior que o investimento
financeiro”, observou Gaspar. Com isso, o País será elevado a um
patamar mais avançado no que diz respeito à infra-estrutura de
transporte, gerando desenvolvimento e benefícios para a
população.
fonte: revista ferroviária 08/09/2008
|
|
NOVA DIRETORIA
ASSEF |
|
CONSELHOS
FISCAL BIÊNIO 2008/2009 E CONSELHO ADMINISTRATIVO
QUADRIÊNIO 2008/2011 |
|
|
Pre
Prezado Associado:
Comunicamos a
todos, que em 13 de dezembro de 2007, foram eleitos os
membros
da Diretoria e o Conselho Fiscal ( Biênio 2008/2009), e os
membros
do Conselho Administrativo, (Quadriênio 2008 / 2011), desta
Associação, ficando
as
assim constituída:
DIRETORIA
Presidente
Engº Fernando José Pinto
Vice - Presidente
Engº
Luiz Edson de Castro Filho
Diretor Secretário
Engº Luciano Camilo Pereira
Lyra
Diretor Secretário Adjunto
Engº Romano Henrique
Dal
Bianco
Diretor Tesoureiro
Engº Ronaldo Perfeito
Alonso
Diretor Tesoureiro Adjunto
Engº Orlando Damião
Diretor Sócio Cultural
Engº Ezio
Iafrate
Diretor Sócio Cultural Adjunto
Engº
Valter Martins
Diretor Técnico
Engº Ciro Gomes
Diretor Técnico Adjunto
Engº
Geraldo
Fernandes
Guimarães
Diretor de Interior
Engº
Paulo Fagundes
CONSELHEIROS ADMINISTRATIVOS:
Engº Antonio de
Carvalho Engº Armando Hetmenegildo Lauer
Engº Artur Anísio dos Santos
Engº Evaldo Luiz David
Engº Engº José Augusto Lorga
Engº José Walter
Ribeiro
Engº
Engº
Luiz Alberto
Diniz EngºLuiz Henrique de Melo
Engº Tadao Oyama
Engº Walter Guedes Ehrenberger
CONSELHEIROS FISCAIS - TITULARES:
Engo
Fadel
Jacob Fadel
Engo
João dos Santos Cardoso
Engo
Francisco Coelho da
Silva
CONSELHEIROS FISCAIS - SUPLENTES:
Engº Dimas Menegon
Engº Otavio Ferreira de Almeida
Engº Rua Unger Caruso
|
|
|
|
|